A busca por reforços do São José Basquete para a disputa
do NBB e da Liga das Américas tem sido um dos principais assuntos nos debates
entre os torcedores da equipe nas redes sociais. Vários jogadores já foram
citados como possíveis ou sonhadas contratações para o time.
O nome de um, porém, é recorrente: Andre Laws, ala-armador que defendeu os joseenses nas últimas três temporadas. Como o atleta ainda não foi anunciado em outra equipe, a dúvida que fica entre os torcedores é: "Laws pode voltar ao São José?". Pelas palavras do diretor da equipe, Luís Inácio Messias, o retorno parece pouco provável.
O nome de um, porém, é recorrente: Andre Laws, ala-armador que defendeu os joseenses nas últimas três temporadas. Como o atleta ainda não foi anunciado em outra equipe, a dúvida que fica entre os torcedores é: "Laws pode voltar ao São José?". Pelas palavras do diretor da equipe, Luís Inácio Messias, o retorno parece pouco provável.
O dirigente não descarta o retorno do norte-americano à equipe, mas ressalta que a questão da configuração do time é o que pesa contra a volta do jogador.
– O Laws tem as portas abertas no São José. Neste tempo que estou aqui, é um dos melhores profissionais com quem já trabalhei. Mas temos que ver a configuração do time. Já temos o Valtinho, o Quezada, o Rafinha... Ficaríamos com um time baixo. Não posso dizer que ele não volta. Tudo depende da configuração do time. Mas essa questão da estatura do time tem bastante influência – afirmou Messias.
Com a saída do ala norte-americano Brian Asbury, na última sexta-feira, 26, a procura por atletas aumentou no São José. Atualmente, a equipe tem apenas nove jogadores adultos no time. Isso se contarmos com o armador Manny Quezada, que liberado por alguns dias para resolver problemas particulares nos Estados Unidos. A permanência do dominicano também não está confirmada, já que dependendo da gravidade do problema na terra natal ele pode não voltar.
De olho no mercado nacional e internacional, Inácio
Messias diz que tem conversado diariamente com o técnico Luiz Zanon, que está
na Turquia comandando a seleção feminina no Mundial, sobre o assunto.
– Estamos avaliando. O mercado de fora tem mais opções que aqui no Brasil. Por enquanto, não temos ninguém próximo de acerto. Temos conversado, feito algumas sondagens, mas não tem negociação rolando. Se trouxermos um jogador de fora, tem a questão do visto trabalhista que atrasa um pouco. Se contratarmos alguém daqui, pode ser mais rápido. Não estamos com pressa. O ideal seria o quanto antes, mas temos que ver a configuração do time e ver a nossa situação financeira. A verba está curta – disse.
Se o time não quer um jogador baixo, porque trouxeram o Rafinha do Goiânia? Valtinho também não tem a estatura muito alta, e a molecada do banco que às vezes entra em algumas partidas? Simplesmente lamentável ler isso...

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